sexta-feira, 20 de março de 2009

Crise afeta mercado de publicidade

por Sarah Carvalho, Marcelo Prata, Bernardo Carvalhal e Pedro Luz
alunos do 7o período de Comunicação Social (Campus Tom Jobim)


A crise mundial financeira está afetando não só o mercado mundial como também o publicitário. Segundo um estudo coordenado pela AdMedia Partner com 37 mil executivos de agências , 87% deles demonstram pessimismo em relação aos investimentos na área da publicidade, apenas 1% se mostra positivo diante da crise. A pesquisa constatou que 52% dos entrevistados acreditam que o buzz marketing, a propaganda boca a boca, terá elevação de verba, 30% acredita no potencial do marketing promocional e 48% vê crescimento das ações da database marketing. Em entrevista para o site PropMark, dada pelo vice presidente da Ampro (Associação Brasileira de Marketing Promocional), Guilherme de Almeida, o marketing promocional brasileiro deve trabalhar com mais recursos. "O mais interessante é que no Brasil as ações de marketing boca-a-boca são conduzidas na sua maioria pelas agências de marketing promocional. Ou seja, duas das três disciplinas com melhor perspectiva estão ligadas ao marketing promocional. Acreditamos que os anunciantes devem focar as ações mais para o ponto-de-venda ao invés de investir em grandes campanhas de publicidade. Nos últimos anos, as ações no trade marketing vêm ganhando espaço e, com o cenário atual, esta tendência deve ficar ainda mais evidente", justificou Almeida Prado.

Mídias Sociais: Ferramentas de comunicação e lucratividade


por Sarah Carvalho, Marcelo Prata, Pedro Luz e Bernardo Carvalhal
Alunos do 7º semestre do curso de Comunicação Social (Campus Tom Jobim)

Assustando alguns e movimentando milhões. É esse é o atual momento das mídias sociais. Com um grande destaque nos principais canais de informação, os nomes Twitter, Jaiku, Plurk e Orkut andam na boca do povo. Encontrar amigos, bater papo e difundir informação já não são mais os únicos motivos para acessar esses canais. Empreendedores estão projetando lucros nos scraps alheios e nos seus seguidores online. Já existe quem negocie suas atualizações no Twitter. Pelo menos, foi isso, que aconteceu com o engenheiro Marcelo Tas, apresentador do CQC (Rede Bandeirantes), que acaba de fechar contrato com o grupo Telefonica. A informação que foi notícia no Wall Street Journal conta que Tas mencionará aproximadamente 20 vezes por mês os serviços Xtreme em suas “twittadas” para seus mais de 18 mil seguidores. De acordo com o WSJ, a agência iThink optou por uma campanha online porque o Xtreme é um serviço disponível para apenas 370 mil residências - e uma ação na TV teria alcançado um publico muito amplo (desnecessário)

Washington Post muda formato

Por Bruno Rodrigues, Katia Velasco e Savana Figueiredo
Alunos do 7o período de Comunicação Social (Campus Tom Jobim)

O famoso diário norte-americano Washington Post anuncia uma mudança significativa em sua formatação. A partir desse mês, o 1º Caderno e a Seção de Economia se fundem. Devido a velocidade e a instantaneidade da internet, o impresso procura dinamizar e tornar mais prática a consulta dos leitores. Agora serão apenas publicados os gráficos dos papéis mais importantes do mercado, com a lista de preços voltando apenas na edição de Domingo.

A influência da comunicação online

por Aline Cosenza, Leonardo de Paula e Fernanda Travassos
Alunos do 7o período de Comunicação Social (Campus Tom Jobim)


As matérias publicadas online possuem muitos erros de digitação e português. Isto acontece devido ao imediatismo da comunicação online, ou o jornalismo online, que busca estar sempre atualizado e acaba acarretando muitos erros de português.

Estes erros são muito criticados, mas os sites de notícias online contam com colaboradores. O próprio internauta pode mandar um email para o site, corrigindo os erros, e eles podem ser reescritos. As notícias online estão sempre se atualizando, e devido à pressa acabam ocorrendo erros de digitação e de português.

Muitas vezes na pressa de escrever a matéria e mandá-la para o site, o jornalista acaba por cometer erros. Mas tudo bem, ainda não existe o jornalismo online perfeito...

A influência da comunicação online

por Aline Cosenza, Leonardo de Paula e Fernanda Travassos
Alunos do 7o período de Comunicação Social (Campus Tom Jobim)


As matérias publicadas online possuem muitos erros de digitação e português. Isto acontece devido ao imediatismo da comunicação online, ou o jornalismo online, que busca estar sempre atualizado e acaba acarretando muitos erros de português.

Estes erros são muito criticados, mas os sites de notícias online contam com colaboradores. O próprio internauta pode mandar um email para o site, corrigindo os erros, e eles podem ser reescritos. As notícias online estão sempre se atualizando, e devido à pressa acabam ocorrendo erros de digitação e de português.

Muitas vezes na pressa de escrever a matéria e mandá-la para o site, o jornalista acaba por cometer erros. Mas tudo bem, ainda não existe o jornalismo online perfeito...

Guia Michelin lança 100a edição e versão para iPhone


por Paula Guimarães, Mariana Casaes e Aline Maia
alunas do 7o período de Comunicação Social (Campus Tom Jobim)

O famoso Guia Michelin de capa vermelha, que concentra mais de trinta mil restaurantes e os classifica com estrelas, de acordo com sua gastronomia, ambiente e atendimento, está lançando sua 100ª edição, que terá apenas mil exemplares.

Considerado a bíblia da gastronomia, o “Guide Rouge” lançado em 1900, abrange hoje mais de vinte países. Os críticos que escrevem sobre o assunto foram lembrados no filme “Ratatouille”, onde o chefe teme a visita deste crítico. A diferença é que no Guia Michelin os rostos não são conhecidos, já que os jornalistas não avisam de suas visitas.

Uma novidade é que o Guia acaba de lançar a sua versão para iPhone (veja reportagem publicada em O Dia), onde é possível acessar todas as informações e dicas sobre restaurantes de qualquer lugar. A versão custa US$18,99 enquanto que a edição impressa custa aproximadamente 34 euros.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Santa Catarina sofre com as chuvas

Por Chandra Santos - 2º Período

Chuva que atinge Santa Catarina desde 21 de novembro trouxe estragos e mortes.
Doze cidades estão em estado de calamidade pública (entre elas Itajaí que teve 80% de sua área coberta pela enxurrada). Outras 8 cidades estão isoladas e o acesso a elas só é possível de helicóptero. Dezoito rodovias federais e estaduais estão interditadas por causa dos deslizamentos de terra. Uma tubulação do gasoduto Brasil-Bolívia rompeu, 3 mil caminhões estão parados nas estradas e o porto de Itajaí está fechado. A força da água destruiu dois berços de atracamento do Porto e o prejuízo por causa da paralisação chega a U$$ 33,5 milhões por dia.

Nas cidades atingidas falta energia elétrica, água potável, gás, remédios, comida e roupas. Em meio ao lixo, há destroços e muita lama e muitas pessoas saquearam supermercados e farmácias. Foi imposto toque de recolher a fim de sanar os roubos que vêm acontecendo.

Um milhão e meio de pessoas foram atingidas, mais de 100 morreram, o número de pessoas que perderam suas casas é superior a 75 mil e os números não param de crescer a cada dia. A população está vulnerável a doenças causadas pelo contato com a água contaminada.

O jornal O Globo publicou, quinta-feira 27 de novembro, o depoimento de Viviane Maia moradora de Blumenau.
-nunca vi nada igual na vida! A cidade parece que está em guerra. Helicópteros sobrevoando, tanques de guerra passando pelas ruas à procura de desaparecidos. Estamos sem água (...) ainda existem bairros totalmente sem energia (...) sem condições de tráfego (...) é triste ver pessoas desesperadas que viram seus filhos morrerem sem poder fazer nada.- contou a moradora à seção "Eu-Repórter" do Jornal.

Especialistas afirmam que demorará de um a dois anos para reconstruir as cidades destruídas.

É necessário a doação de alimentos não-perecíveis, roupas de cama, colchões, cestas básicas, água potável, roupas, cobertores etc.

As doações podem ser feitas nas unidades de defesa civil do seu estado, por telefone ou depósito bancário. O telefone para doações é 0800 48 2020.

É importante frisar que não há doações pela Internet e não são mandados e-mails pedindo ajuda.

Por meio de depósito bancário as contas favorecidas é de pessoa jurídica: Fundo Estadual de Defesa Civil CNPJ 04.426.883/0001-57

Banco do Brasil
Agência 3582-3
C/C 80.000-7

Bradesco
Agência 0348-4
C/C 160.000-1

Você também pode ser voluntário nos centros de triagem de doações.

Mais informações www.g1.globo.com/rjtv e oglobo.com.br/pais